sexta-feira, 18 de novembro de 2011
De repente você se vê acordada as 2:30 da manhã pensando naquele garoto que fez seu coração acelerar de uma forma diferente e a sua respiração desregular na noite passada. Você começa a colocá-lo nas entrelinhas de seus versos e a escrever o seu nome na capa do caderno. Em menos de uma semana você se vê escrevendo textos que você sabe que ele nunca irá ler, e começa a se iludir pensando que ele poderá sentir o mesmo por você. Sentir o quê, aliás? Que sentimento mais bobo é esse que faz de seu coração coisa de menina boba? Em menos de um mês esse garoto se torna um baita de um intrometido ao invadir todos os seus sonhos e ao roubar o papel do personagem principal, enquanto você sabe, que no sonho dele não há papel para você. Você sente raiva ao vê-lo com outra garota e sente uma enorme necessidade de tê-lo ao seu lado. Em um ano, é como se você fosse um carro sem motor, incompleta. É como se aquele garoto tivesse controle total sobre você, como se ele te controlasse sem nem pedir a sua opinião. Seus sentimentos não são mais de você, são dele, mesmo que ele não saiba. É estranho eu sei, porque aquele mesmo garoto que pode transformar o seu dia, pode acabar com ele em um segundo. E então você se pergunta novamente “que sentimento mais bobo é esse?”. Relaxa pequena, deve ser só besteira, deve ser só amor[…]
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